Crescimento na Graça - Estudos Bíblicos Adventistas

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Crescimento na Graça

A Bíblia Responde > XII – Crescimento e Experiência Cristãs
A Bíblia Responde - Capítulo nº 12 - Crescimento e Experiência Cristãs

1. Como termina sua segunda epístola o apóstolo S. Pedro?

"Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo." II S. Ped. 3:18.

2. Como podem a graça e a paz ser multiplicadas nos crentes?

"Graça e paz vos sejam multiplicadas, pelo conhecimento de Deus, e de Jesus nosso Senhor." II S. Ped. 1:2.

3. Que está implícito no conhecimento de Deus e de Jesus Cristo?

"E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." S. João 17:3.

4. Por que meio podemos ser participantes da natureza divina?

"Pelas quais Ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo." II S. Ped. 1:4.

5. Que graças devemos acrescentar ao edifício de nosso caráter?

"Acrescentai à vossa fé a virtude [coragem], e à virtude a ciência, e à ciência temperança [domínio próprio], e à temperança paciência, e à paciência piedade, e à piedade amor fraternal, e ao amor fraternal caridade." II S. Ped. 1:5-7.

A fé é o primeiro degrau na escada cristã, o primeiro degrau na ascensão para Deus. "É necessário que aquele que se aproxima de Deus creia." Heb. 11:6.

A fé inoperante, porém não tem serventia alguma. "A fé sem as obras é morta." S. Tia. 2:20. Para ser de valor, deve acompanhar a fé aquela virtude, ou coragem de convicção, que impele à ação.

À coragem é preciso ser acrescentada a ciência [entendimento] ; sem o que, como aconteceu com os trôpegos judeus, a pessoa pode ter zelo, "mas não com entendimento." Rom. 10:2. O fanatismo é o resultante dessa virtude [coragem] ou zelo. O conhecimento, pois, é necessário para o crescimento cristão saudável. 

Ao conhecimento deve ser acrescentada a temperança, ou domínio próprio — governo próprio. Ver Atos 24:25. Conhecer o bem e não fazê-lo, é tão inútil como a fé sem as obras. Ver S. Tia. 4:17.

A paciência naturalmente segue à temperança. É virtualmente impossível que a pessoa intemperante seja paciente.

Havendo adquirido controle próprio e conquistando a paciência, está a pessoa em condição de manifestar piedade, ou semelhança com Deus.

Havendo-se tornado piedoso, a bondade para com os irmãos, ou o amor fraternal, segue-se naturalmente.

A caridade, ou amor para com todos, mesmos os nossos inimigos, é a graça máxima, o oitavo e mais alto degrau na escada cristã.

A distribuição na enumeração das graças não é de maneira alguma acidental ou ao azar, mas lógica e sequente, cada qual seguindo-se à outra em ordem natural e necessária. Vê-se nisso o dedo da inspiração.

6. Que dizem as Escrituras quanto à caridade?

"A caridade é sofredora, é benigna; ... não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta." I Cor. 13:4-7. "Sobretudo, tende ardente caridade uns para com os outros; porque a caridade cobrirá a multidão de pecados'' I S. Ped. 4:8. "O amor cobre todas as transgressões." Prov. 10:12.

7. Como é chamada a caridade?

"E, sobre tudo isto, revesti-vos de caridade, que é o vínculo da per- feição." Col. 3:14.

8. Qual é o resultado do cultivo destas oito graças?

"Porque se em vós houver e abundarem estas coisas, não vos deixarão ociosos nem estéreis no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo." II S. Ped. 1:8.

9. Qual é o estado daquele a quem faltam estas graças?

"Pois aquele em quem não há estas coisas é cego, nada vendo ao longe, havendo-se esquecido da purificação dos seus antigos pecados." II S. Ped. 4:9.

10. Que é prometido a quem acrescenta graça a graça?

"Fazendo isto nunca jamais tropeçareis." II S. Ped. 1:10.
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